Carta aberta do final de um amor!
![]() |
| Google Images |
Eu espero que em algum dia de sua vida, sério mesmo, compreendas o quanto eu tentei e lutei por nós dois, mesmo sabendo que as minhas chances eram mínimas, ou melhor, quase não existiam! Porém o que mais me choca é saber da sua covardia, mas não aquela comigo e nem com os demais a tua volta, e sim, a qual fazes consigo mesmo, criando labirintos dentro de você mesmo, os quais só levam-te direto ao chão e em consequência aos demais.
Saibas que a pior covardia que fizestes com nós dois, foi não ter lutado para que não ficasses reféns de tuas fraquezas e mentido a si mesmo de ter uma coragem de seguir adiante se não estavas preparado! Não queira acender uma chama pelo o que os outros pensam, oriundo de pressões externas e não internas, além do que não existe desculpas e justificativas para aquilo que neste momento aparenta e faz-me sentir com que mil facas estivessem novamente cortando o restante de sentimento, o qual eu sentia por você!
Não sei se perdi o respeito por ti, mas cansei de ser o seu 'eterno muro de contenção' e as suas atitudes mostram-me que ao mesmo tempo sou seu porto seguro e a sua opção 'b', evidenciam o quanto és imaturo, inconstante e preso em lembranças que só levantam-te ao fundo do poço e terminam por mostrar o quanto devo colocar mais acima do que abaixo de ti! Cansei de ser de cimento e resolvi seguir a vida com toda a intensidade possível, por mais triste e desestimulante que será para ti!
Perdestes tudo que queria e o principal: o verdadeiro amor de uma mulher, sendo ela uma lutadora intensamente daquilo o que os homens chamam de amor verdadeiro, não por qualquer menino e/ou moleque, mas sim, por aquele, o qual, ela achou que seria o seu 'sapo encantado', não o príncipe.
Deixo-te com as mais ternas recordações, dos momentos, das brigas, dos anseios, das expectativas, das frustrações, das alegrias, tristezas e de tudo aquilo, ou melhor, com todos aqueles sentimentos, os quais serviram de pilares para construir: o meu amor por você! Só que agora eu preciso partir e estou, sem pedir permissão a ti, desconstruir isto e mostrar que não quero mais afogar-me, mas sim nadar, nadar e nadar, sem morrer na praia, mas tendo a possibilidade de conhecer mais e mais ilhas, umas habitadas e outras desertas, acertando, errando, porém V-I-V-E-N-D-O o que você como homem, não teve coragem e hombridade suficiente para dar-me!
Sendo assim, declaro a todos que as correntes, por mais demoradas, romperam-se e eu sinto o cheiro do ar da liberdade! Declarando, por fim, aos leitores desta carta, apenas uma coisa: o final de um amor e a graça de uma vida de volta!
Eita mundão, estou de volta e vou com todo o meu amor para vivê-lo! Traga-me todas as emoções, felicidades, alegrias, tristezas, rebeldias e anarquias, dentre outras coisas, as quais ensinam-me a ter sangue, mas o sangue que pulsará pelas minha veias e mostrando que E-S-T-O-U V-I-V-A.
Tchau, vou ali curtir demais!
(Jornalista/PE)



Comentários
Postar um comentário