Tragic Day
Tudo
começou quando soubemos da doença que foi descoberta e todos começamos a viver
um "funeral particular".
Cada
qual, a sua maneira, recebeu e aceitou a notícia. Não sei quem chorou, riu,
pensou que era pegadinha, mas o povo se mostrou forte e firme.
Teve
de tudo: a mãe faz tudo, a irmã mais velha que clinica e palpita de longe, o
irmão do meio que se mete a ser o comandante e a irmã do meio que decidiu
viver em um mundo só dela.
Lidar
com um câncer não é fácil. O pai já estava sofrendo e se fingindo de forte. A
família manteve-se impassível como sempre, mas unida.
No
começo foi sofrido, choroso e tortuoso. Depois foi, aos trancos e barrancos, se
ajustando. Até hoje, cada um reage do seu modo, só que o amor prevalece.
O
que virá, sabe Deus, mas a união existe e é verdadeira.
Que
sigamos!
Jornalista
PE


Comentários
Postar um comentário